GÔNDOLAS
Atualizado recentemente

Fim da Escala 6x1 no Comércio de Campo Grande (EC 141/2026) e Crédito BNDES em MS: Engenharia de Gôndolas de Alta Autonomia, Porta-Paletes e Checkouts Ergonômicos (NR-17 e NBR 14762)

E
Equipe Técnica Montar Gôndolas
17 de outubro de 2026
min de leitura
Interior de supermercado moderno em Campo Grande MS com bateria de checkouts ergonômicos em aço inox AISI 304 sob a NR-17 e corredores de gôndolas de aço de alta autonomia ABNT NBR 14762

A promulgação pelo Congresso Nacional da Emenda Constitucional nº 141 de 2026 — que extingue a escala tradicional 6x1 e institui a jornada 5x2 (cinco dias de trabalho por dois dias de descanso remunerado), reduzindo o limite semanal de 44 para 42 horas em 60 dias (a partir de 15 de dezembro de 2026) e para 40 horas semanais em 14 meses sem corte salarial —, aliada à injeção recorde de R$ 8,8 bilhões em crédito do BNDES para micro, pequenas e médias empresas de Mato Grosso do Sul (alta de 86,3%), impõe uma transformação estrutural imediata aos supermercados, atacarejos, farmácias e home centers de Campo Grande e do interior do Estado. Para manter lojas abertas durante 7 dias por semana (84 a 112 horas semanais de operação) com menor carga horária individual por turno sem inflacionar a folha de pagamento nem sofrer ruptura de gôndola no pico do Natal, a solução de engenharia consiste em substituir o mobiliário raso por gôndolas de alta autonomia volumétrica (ABNT NBR 14762), porta-paletes integrados (ABNT NBR 17150-1:2024) e checkouts ergonômicos motorizados (NR-17 Anexo I).

Conforme destacado nas últimas 12 horas pelo Correio do Estado e pelo Campo Grande News, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estima que 14,9 milhões de trabalhadores CLT migrarão da escala 6x1 para o regime 5x2, com forte concentração no comércio varejista acompanhado em Mato Grosso do Sul pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG). Na engenharia de operações de loja, compensar uma redução de 9% a 16% nas horas-homem disponíveis por colaborador exige eliminar o retrabalho braçal de reposição fracionada e acelerar o fluxo de frente de caixa com equipamentos dimensionados segundo as normas da ABNT (ABNT NBR 14762, ABNT NBR 17150-1:2024, ABNT NBR 15524 e ABNT NBR 8800:2024 Versão Corrigida:2025).

A Matemática Operacional da Escala 5x2 no Varejo de Campo Grande: Por Que o Layout Antigo Gera Ruptura

O calendário de vigência da Emenda Constitucional nº 141/2026 cria um desafio logístico singular para o varejo sul-mato-grossense: o prazo de 60 dias para a implantação obrigatória das duas folgas semanais remuneradas e da jornada de 42 horas (8 horas e 24 minutos diários em cinco dias) vence exatamente em 15 de dezembro de 2026 — o ápice das compras de fim de ano e do pagamento do 13º salário em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá. Mesmo nos estabelecimentos que negociarem escalas de revezamento por convenção coletiva, a obrigatoriedade de assegurar a média de dois descansos semanais reduz o número de turnos semanais presenciais de cada repositor e operador de caixa de 6 para 5 dias (-16,6% em frequência de presença por colaborador).

Em um supermercado ou loja de bairro equipado com gôndolas convencionais rasas (bandejas de apenas 250 mm ou 300 mm de profundidade e passo espaçado de 50 mm a 70 mm), o estoque exposto na prateleira de alto giro esgota-se em apenas 2 a 3 horas de vendas. Isso obriga a equipe de mercearia a realizar três a quatro viagens diárias entre o depósito de fundos e o salão de vendas para repor manualmente pacote por pacote. Quando a equipe passa a operar na escala 5x2, essa baixa autonomia física da prateleira provoca o fenômeno da ruptura operacional de gôndola: a mercadoria existe no estoque da loja, mas a prateleira fica vazia no horário de pico (17h às 20h e finais de semana) por falta de braço disponível para o transporte fracionado.

Repositor de supermercado em Campo Grande MS realizando abastecimento ergonômico de caixas prontas para exposição SRP em gôndola de aço de alta autonomia com base de 500 mm sob a ABNT NBR 14762 e NR-17
Engenharia de produtividade para a escala 5x2: gôndola metálica dimensionada pela ABNT NBR 14762 com bandeja de base de 500 mm e prateleiras superiores de 400 mm (passo 25 mm), permitindo reposição em caixas SRP com redução de até 40% no tempo de manuseio sob a NR-17.

Especificações Técnicas Reais: Gôndolas de Alta Autonomia, Racks Híbridos e Checkouts NR-17

Para que cada hora trabalhada pela equipe na nova jornada de 42h/40h renda até o dobro em volume abastecido e registrado, o parque de equipamentos comerciais deve atender a parâmetros mecânicos, metalúrgicos e ergonômicos rigorosos:

  • Gôndolas com Profundidade Expandida (500 mm / 400 mm) e Passo de 25 mm (ABNT NBR 14762): Fabricadas em aço carbono estrutural SAE 1008/1010 conformado a frio, com colunas em chapa #14 (1,90 mm) de furação contínua a cada 25 mm e bandejas em chapa #18 (1,20 mm) ou #20 (0,90 mm) reforçadas por duplo perfil ômega longitudinal soldado a ponto. A adoção de bandeja de base de 500 mm e bandejas aéreas de 400 mm (em substituição ao padrão antigo de 300 mm) amplia o volume cúbico por metro linear em 33% a 66%, permitindo alojar fardos fechados e caixas expositoras (Shelf-Ready Packaging — SRP) com capacidade nominal de 80 kg a 120 kg por nível e flecha máxima inferior a L/200.
  • Porta-Paletes Seletivos e Mini Porta-Paletes de Salão (ABNT NBR 17150-1:2024 e ABNT NBR 15524): Para seções de alto consumo físico (arroz, açúcar, óleo, leite UHT, refrigerantes, cervejas, rações e materiais de construção), o uso de porta-paletes seletivos dimensionados pela ABNT NBR 17150-1:2024 com longarinas para 1.500 kg a 3.000 kg permite posicionar o palete inteiro diretamente na base do corredor com transpaleteira hidráulica em apenas 3 minutos — eliminando os 45 minutos que um repositor gastaria abrindo e empilhando manualmente 80 fardos avulsos.
  • Checkouts Motorizados em Aço Inox AISI 304 (NR-17 Anexo I): Os checkouts ergonômicos de alta vazão utilizam estrutura em chapa de aço carbono #16/#18 com pintura eletrostática epóxi-poliéster híbrida (polimerizada a 200°C) e pista de deslizamento em aço inoxidável austenítico AISI 304 escovado de 1,00 mm a 1,20 mm. Projetados em conformidade integral com o Anexo I da NR-17 (Trabalho dos Operadores de Checkout), incorporam esteira eletromecânica de avanço automático com sensor fotoelétrico, nicho rebaixado para leitor óptico bióptico com balança integrada (evitando a elevação repetitiva de punho e ombro pelo operador), suporte pantográfico regulável para monitor e pinpad, bordas frontais boleadas sem quinas vivas, vão livre inferior para movimentação das pernas e cadeira ergonômica com ajuste pneumático e apoio de pés independente.
  • Sistemas de Precificação Cristalina e Frentes de Contenção Acrílica/Aramada: Porta-etiquetas em PVC cristal com tratamento anti-UV e proteção para etiquetas eletrônicas de prateleira (ESL), combinados a divisores e frentes de retenção que mantêm o alinhamento dos produtos (facing) organizado por mais tempo sem intervenção constante dos repositores.
Módulo de checkout ergonômico para supermercado em Mato Grosso do Sul com tampo em aço inox AISI 304, esteira motorizada, leitor bióptico embutido e cadeira regulável conforme Anexo I da NR-17
Engenharia de frente de caixa sob o Anexo I da NR-17: tampo em aço inox AISI 304 com leitor bióptico nivelado, esteira transportadora automatizada e posto ergonômico que amplia em até 28% a velocidade de registro por operador na jornada 5x2.

Passo a Passo de Engenharia e Montagem para Adequar a Loja à Transição 5x2 antes de 15 de Dezembro

Para que o estabelecimento comercial conclua sua modernização física dentro da janela constitucional de 60 dias sem interromper o atendimento ao público, a execução técnica deve obedecer a seis etapas sequenciais:

  1. Diagnóstico de Tempos e Movimentos por Corredor (Cronoanálise de Reposição): Medição técnica dos setores que mais consomem horas-homem de reposição diária (tipicamente bebidas, mercearia básica, laticínios, hortifrúti e limpeza) e aferição do tempo médio de fila nos checkouts atuais nos horários de pico.
  2. Redimensionamento de Profundidade e Passo Vertical (ABNT NBR 14762): Substituição de gôndolas leves de 300 mm por módulos reforçados com base de 500 mm e bandejas superiores de 400 mm reguladas no passo de 25 mm. O espaçamento vertical entre níveis é calibrado para aceitar caixas prontas para exposição (SRP / PDQ), permitindo que o repositor abasteça 12 a 24 unidades em um único movimento biomecânico dentro da zona de alcance confortável da NR-17 (entre 75 cm e 140 cm do piso para cargas mais densas).
  3. Nivelamento Óptico a Laser, Ancoragem e Intertravamento (ABNT NBR 8800:2024 e NBR 15524-2): Aferição do contrapiso com nível laser garantindo desvio máximo de prumo inferior a H/500. Nas cabeceiras de gôndola e nos pórticos de porta-paletes integrados, executa-se o chumbamento mecânico com parabolts de expansão em aço zincado e travamento superior longitudinal conforme a ABNT NBR 8800:2024 Versão Corrigida:2025.
  4. Abertura de Corredores para Abastecimento Mecanizado (ABNT NBR 9050 e CBMMS): Ajuste do layout de salão garantindo largura livre mínima de 1,80 m a 2,40 m nos corredores principais para permitir a entrada segura de carrinhos plataforma pantográficos e transpaleteiras fora do horário de pico, respeitando integralmente a acessibilidade da ABNT NBR 9050 e as rotas de evacuação exigidas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS).
  5. Implantação de Defensas Metálicas e Sinalização de Carga (NR-11 e NBR 15524-2): Instalação de protetores de coluna em aço estrutural amarelo-segurança nas extremidades dos corredores abastecidos com paleteiras e afixação das placas indeléveis de capacidade nominal por bandeja e par de longarinas.
  6. Retrofit da Bateria de Frente de Caixa (NR-17 Anexo I): Substituição de balcões estáticos de MDF ou chapa fina por checkouts ergonômicos motorizados em aço inox AISI 304 (1,80 m a 2,20 m) combinados a ilhas de autoatendimento (self-checkout) para compras rápidas de até 15 volumes, permitindo que um único fiscal supervisione simultaneamente 4 terminais enquanto os operadores titulares atuam nas esteiras de compras de mês.

Tabela Técnica H2: Comparativo de Autonomia e Produtividade Operacional (Mobiliário Antigo vs. Engenharia para Escala 5x2)

A tabela técnica a seguir confronta os indicadores reais de engenharia e operação de loja entre o mobiliário convencional e o sistema de alta autonomia projetado para compensar a redução da jornada semanal:

Parâmetro Técnico e Operacional Mobiliário Convencional Antigo (Gôndola Rasa 300 mm + Caixa Estático) Gôndola Alta Autonomia (Base 500 mm / Aérea 400 mm — NBR 14762) Rack Híbrido / Porta-Paletes Integrado (NBR 17150-1:2024 e NBR 15524) Frente de Caixa Ergonômica Motorizada + Self-Checkout (NR-17 Anexo I)
Norma Técnica de Referência Sem dimensionamento formal auditável ABNT NBR 14762:2010 e NBR 8800:2024 ABNT NBR 17150-1:2024, NBR 15524 e NR-11 NR-17 (Anexo I — Operadores de Checkout)
Capacidade Estrutural por Nível 30 kg a 45 kg (risco de flambagem e flecha > L/100) 80 kg a 120 kg por bandeja (duplo reforço ômega, flecha < L/200) 400 kg a 3.000 kg por par de longarinas com trava 30 kN Tampo inox AISI 304 + esteira eletromecânica de alto torque
Autonomia de Estoque Exposto no Salão 2 a 4 horas de vendas (exige 3 a 4 reposições/dia) 8 a 14 horas de vendas (reposição concentrada 1x ao dia) 24 a 72 horas no salão com pulmão paletizado aéreo Fluxo contínuo sem acúmulo manual de cestas
Tempo Médio de Abastecimento por Lote 35 a 50 minutos (item a item, alto desgaste físico) 12 a 18 minutos via caixas SRP/PDQ (-60% de tempo) 3 a 5 minutos por palete via transpaleteira/empilhadeira Redução de 25% a 35% no tempo médio de passagem por cliente
Impacto Biomecânico e Afastamentos (INSS) Elevado índice de lombalgia e LER/DORT no punho Respeito às zonas de alcance ergonômico da NR-17 Eliminação do levantamento manual de fardos pesados Pesagem/leitura sem elevação de carga e postura alternada
Enquadramento em Linhas de Crédito BNDES MS Inadequado para modernização produtiva Elegível para investimento em equipamentos comerciais Elegível para modernização logística e armazenagem Elegível para automação e adequação ergonômica

Casos Especiais e Limitações: Quando NÃO Utilizar Gôndolas de 500 mm ou Porta-Paletes no Salão

Embora o aumento da profundidade das bandejas (de 300 mm para 500 mm na base) e a introdução de racks híbridos sejam a solução padrão para absorver o impacto da escala 5x2 em supermercados médios e atacarejos, existem restrições arquitetônicas e normativas onde essa configuração não é recomendada:

  • Minimercados e Farmácias Compactas com Largura Total Inferior a 6,00 m: Em salões estreitos, substituir uma gôndola central dupla face de 600 mm de largura total (300 mm + 300 mm) por uma de 1.000 mm (500 mm + 500 mm) rouba 40 cm de cada corredor. Se a largura livre do corredor cair abaixo de 1,20 m (ou 1,50 m para giro de cadeira de rodas conforme a ABNT NBR 9050), a loja sofrerá bloqueio de tráfego e reprovação em vistoria do CBMMS. Nesses casos, mantém-se a profundidade de 300 mm/350 mm nas gôndolas centrais e aplica-se a densificação estritamente vertical no passo de 25 mm (6 a 7 níveis) combinada a gôndolas de parede de 2,20 m a 2,40 m de altura.
  • Produtos Perecíveis de Curtíssimo Giro ou Baixa Densidade (Perfumaria Fina e Medicamentos OTC): Em seções de alto valor agregado por centímetro cúbico e baixo volume físico (dermocosméticos, maquiagens, lâminas e medicamentos isentos de prescrição sob normas da ANVISA), bandejas profundas de 500 mm geram "fundo escuro" e imobilizam capital de giro excessivo. Para esses setores, a engenharia especifica bandejas de 250 mm a 300 mm equipadas com empurradores automáticos por mola (pushers), que trazem o próximo item para a frente automaticamente após a retirada pelo cliente, economizando 100% do trabalho manual de organização frontal (facing).
  • Interferência com Rede de Sprinklers (ABNT NBR 10897) e Lajes Suspensas (ABNT NBR 6118): A verticalização de racks nunca pode invadir o espaço livre mínimo de 450 mm a 500 mm abaixo dos bicos defletores de sprinklers contra incêndio, nem ultrapassar a sobrecarga admissível por metro quadrado em lojas construídas sobre lajes de estacionamento subterrâneo sem laudo de verificação estrutural do concreto.

Erros Comuns e Riscos de Engenharia ao Tentar Compensar a Redução de Horas Semanais

Na tentativa apressada de reduzir a frequência de reposição antes da entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 141/2026 em dezembro, muitos gestores cometem erros físicos graves que resultam em acidentes de trabalho, autuações fiscais e colapso de prateleiras:

  1. Sobrecarregar Bandejas Leves (Chapa #22 ou #20 sem Reforço) para Evitar Segunda Reposição no Dia: Instruir a equipe da manhã a empilhar o dobro de fardos de açúcar, arroz ou latas sobre gôndolas leves para "durar até a noite" sem turno da tarde provoca escoamento plástico da chapa de aço, cisalhamento dos dentes do console e queda em efeito dominó sobre o corredor.
  2. Empilhar Caixas no Chão dos Corredores (Bloqueio de Rota de Fuga e NR-17): Deixar pilhas de mercadorias nos corredores para abastecimento posterior obstrui hidrantes e extintores, fere a NR-23 e as diretrizes do CBMMS, além de forçar o repositor a levantar cargas diretamente do nível do solo com flexão lombar aguda, multiplicando afastamentos previdenciários.
  3. Operar Checkouts Antigos sem Esteira e sem Nivelamento de Balança em Turnos Intensificados: Com menos horas semanais por operador, o fluxo de clientes por caixa ativo aumenta. Em balcões antigos fora do padrão do Anexo I da NR-17, onde o operador precisa puxar manualmente cada produto pesado (sacos de 5 kg, fardos de refrigerante) sobre o tampo e erguê-lo sobre uma balança saliente, o risco de tendinite, síndrome do túnel do carpo e epicondilite dispara já nas primeiras semanas de dezembro.

Manutenção e Durabilidade sob Regimes de Abastecimento Concentrado

Quando a operação de loja migra para o modelo de abastecimento concentrado em janelas programadas (compatível com a escala 5x2), as estruturas metálicas passam a trabalhar constantemente próximas à sua carga nominal de projeto, exigindo manutenção preventiva disciplinada pela ABNT NBR 15524-2 e pela ABNT NBR 14762:

Diretriz Técnica de Engenharia Comercial e Operações: A transição constitucional da escala 6x1 para o regime 5x2 de 42h e 40h semanais transforma o mobiliário comercial em alavanca direta de produtividade do trabalho. Uma gôndola dimensionada pela ABNT NBR 14762 com base de 500 mm e passo de 25 mm, aliada a checkouts motorizados em aço inox AISI 304 sob a NR-17, absorve a redução de horas-homem por turno mantendo o salão 100% abastecido e reduzindo o tempo de espera em fila.

— Equipe Técnica Montar Gôndolas

O protocolo de manutenção mensal deve verificar: (1) a integridade dos pinos de segurança anti-ejeção nos consoles e garras de longarinas; (2) a ausência de flecha residual superior a L/200 nas bandejas de base de 500 mm; (3) o reaperto dos chumbadores parabolt nas pontas de gôndola e defensas de corredor; e (4) a tensão, alinhamento e limpeza dos sensores ópticos e roletes das esteiras transportadoras dos checkouts em aço inox AISI 304.

Crédito BNDES em MS (R$ 8,8 Bilhões) e Fatores de Preço e ROI na Modernização do Varejo

O momento econômico de Mato Grosso do Sul oferece condições financeiras excepcionais para que o comerciante substitua equipamentos obsoletos antes de 15 de dezembro de 2026. Segundo o balanço oficial divulgado nas últimas horas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e reportado pelo Correio do Estado, o banco de fomento aprovou R$ 8,8 bilhões em crédito para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) de Mato Grosso do Sul entre 2023 e 2026 — uma expansão de 86,3% em comparação aos R$ 4,73 bilhões do quadriênio anterior (2019–2022).

Apenas entre janeiro e setembro de 2026, foram injetados R$ 1,51 bilhão nas empresas sul-mato-grossenses, alcançando 100% dos 79 municípios do Estado. Desse montante global, o setor de comércio e serviços absorveu R$ 882,7 milhões (crescimento de 45,7%) e a indústria recebeu R$ 428 milhões (alta de 128,1%), por meio de bancos públicos, privados, cooperativas de crédito credenciadas e da plataforma BNDES Impulso, além das novas medidas federais de crédito anunciadas pelo Ministério da Fazenda especificamente para apoiar empresas na transição da escala 6x1.

Ao utilizar essas linhas de financiamento para aquisição de equipamentos comerciais (gôndolas reforçadas NBR 14762, porta-paletes NBR 17150-1 e checkouts NR-17), o retorno sobre o investimento (ROI) consolida-se em três frentes financeiras auditáveis:

  • Neutralização do Custo de Horas Extras e Contratações Emergenciais: Em vez de elevar permanentemente o custo fixo mensal da folha salarial para cobrir buracos de uma operação manual ineficiente, o investimento único em gôndolas de alta autonomia (500 mm / 400 mm) e esteiras de checkout reduz em 30% a 45% o tempo operacional de reposição e registro, permitindo que a mesma equipe atenda ao fluxo da loja dentro das 42h/40h semanais sem gerar passivo trabalhista.
  • Eliminação da Perda de Vendas por Ruptura de Prateleira: No varejo alimentar, a falta do produto na bandeja durante os sábados, domingos e vésperas de feriado representa perda imediata de margem bruta. Com o dobro de autonomia cúbica por módulo, a gôndola atravessa o horário de pico abastecida.
  • Depreciação Contábil e Durabilidade Superior a 15 Anos: Estruturas em aço carbono com fosfatização tricatiônica e pintura eletrostática epóxi-poliéster, somadas a tampos de checkout em aço inox AISI 304, constituem ativos permanentes de longa vida útil e baixíssima depreciação física.

Perguntas Frequentes sobre o Fim da Escala 6x1 (EC 141/2026) e Adequação de Equipamentos no Comércio de MS (FAQ)

Como a troca de gôndolas comuns por gôndolas de maior profundidade ajuda meu supermercado em Campo Grande a se adaptar ao fim da escala 6x1?

Com a promulgação da Emenda Constitucional nº 141 de 2026 — que institui duas folgas semanais remuneradas (escala 5x2) e reduz a jornada para 42 horas semanais a partir de 15 de dezembro de 2026 e 40 horas após 14 meses —, cada repositor terá menos horas semanais disponíveis no salão de vendas. Em gôndolas antigas com bandejas rasas de 300 mm, cabem poucas unidades de cada produto, obrigando o funcionário a refazer o abastecimento do mesmo corredor três a quatro vezes por dia. Ao instalar gôndolas de aço dimensionadas pela ABNT NBR 14762 com bandeja de base de 500 mm, prateleiras superiores de 400 mm e furação de passo 25 mm, a capacidade volumétrica de exposição cresce até 66%. Isso permite abastecer caixas expositoras inteiras (SRP) de uma só vez no início do turno, garantindo autonomia de prateleira para o dia inteiro e reduzindo em até 40% a necessidade de horas-homem de reposição.

Quais são as exigências obrigatórias da NR-17 para os checkouts de supermercados e atacarejos com o aumento do fluxo por operador na escala 5x2?

Na transição para a escala 5x2, a produtividade por posto de frente de caixa torna-se crítica para evitar filas nos finais de semana e horários de pico sem multiplicar contratações. O Anexo I da Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17 — Trabalho dos Operadores de Checkout) do Ministério do Trabalho e Emprego exige que o mobiliário de checkout possua esteira eletromecânica para movimentação automática das mercadorias, eliminando o esforço repetitivo de puxar compras com os braços. Além disso, a balança e o leitor óptico de código de barras devem estar perfeitamente embutidos e nivelados ao tampo de aço inoxidável AISI 304 para que o operador deslize o produto sem levantá-lo no ar, contando ainda com bordas frontais arredondadas, espaço livre inferior para pernas, suporte regulável de monitor/pinpad e cadeira ergonômica com apoio para os pés para alternância postural entre sentado e em pé.

Micro, pequenas e médias empresas do comércio de Mato Grosso do Sul podem financiar a compra de gôndolas, porta-paletes e checkouts pelo BNDES?

Sim. Conforme os dados oficiais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgados em outubro de 2026, o banco aprovou R$ 8,8 bilhões em crédito para micro, pequenas e médias empresas de Mato Grosso do Sul no ciclo recente (alta de 86,3%), sendo R$ 1,51 bilhão apenas entre janeiro e setembro de 2026 e R$ 882,7 milhões direcionados especificamente para o setor de comércio e serviços nos 79 municípios do Estado. Por meio de bancos públicos, privados, cooperativas de crédito credenciadas (que respondem por mais de 90% das aprovações para MPMEs) e da plataforma digital BNDES Impulso, supermercados, farmácias, lojas de materiais de construção e centros de distribuição podem financiar a aquisição de máquinas e equipamentos comerciais — incluindo sistemas de gôndolas ABNT NBR 14762, porta-paletes ABNT NBR 17150-1:2024 e checkouts ergonômicos NR-17 — com prazos alongados para modernizar a operação antes da vigência da nova jornada.

Autoria e Revisão Técnica Institucional

Este artigo técnico foi elaborado e revisado pela Equipe Técnica Montar Gôndolas, referência em Mato Grosso do Sul sediada em Campo Grande (MS) em engenharia de layout comercial, dimensionamento e montagem de gôndolas de aço de alta capacidade (ABNT NBR 14762), estruturas porta-paletes seletivos (ABNT NBR 17150-1:2024 e ABNT NBR 15524) e checkouts ergonômicos em aço inox AISI 304 (NR-17 Anexo I) sob as diretrizes da ABNT NBR 8800:2024 Versão Corrigida:2025. Atendemos projetos de modernização operacional em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e em todos os 79 municípios sul-mato-grossenses.

TURISMO POR ASSINATURA — PARCERIA TRIVVA

Por que pagar o preço cheio do varejo se você pode assinar suas viagens? ✈️

Com a TRIVVA, você transforma mensalidades recorrentes em um banco de diárias anuais para hotéis, resorts, passagens aéreas e aluguel de carros, economizando até 50% sem comprometer o limite do seu cartão de crédito.

7 diárias/ano (validade 24 meses)
Cobrança mês a mês sem bloquear limite
Point Back se gastar menos diárias
A partir de
R$ 309 /mês
Acesso a mais de 200 mil hotéis no mundoConhecer Planos TRIVVA

Compartilhar Artigo Técnico

Divulgue este conhecimento para outros gestores do varejo

Pronto para Transformar seu Espaço Comercial?

Fale diretamente com nossa equipe de especialistas e garanta entrega ágil com montadores homologados.

Continue Lendo

Artigos Relacionados

Mais conteúdo que pode te interessar